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"Novas Anatomias"
de Timbarlake Wertenbaker

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INTÉRPRETES

ISABEL MEDINA (Natalie, Eugénie, Assassino, Juíz)
LUCINDA LOUREIRO
(Jenny, Saleh, Lydia, Coronel Lyautey)
MARIA HENRIQUE
(Isabelle Eberhardt, Si Mahmoud)
PAULO TEMEROSO (Pasha)
RUTE LIZARDO (Verda Miles, Anna, Si Lachmi, Yasmina, Capitão Soubiel)
SANDRA FALEIRO (Sèverine, Antoine, Bou Saadi)

EQUIPA
Autoria
TIMBERLAKE WERTENBAKER

Tradução
FERNANDA LAPA | ISABEL MEDINA

Encenação
FERNANDA LAPA
Assistência de Encenação
AMADEU NEVES

Cenografia
ANA VAZ
Figurinos
MARTA LAPA
Música Original
JOÃO LUCAS

Desenho de Luz
CARLOS ASSÍS
Diapositivos
MARIA BRANDÃO LUCAS

Adereços
CARLOS MATOS
Design Gráfico
ANA VAZ
Fotografia
JOÃO TUNA
Spot TV
BLINK

Operação de Luz e Som
MARINEL MATOS
Execução do Cenário
AMÉRICO CASTANHEIRA
Assistente Montagem
ROBERT FUCHS
Produção Executiva
DINA LOPES
Assistência de Produção
CRISTIANA ABRANTES


Teatro Taborda
de 28 de Dezembro, 2002 a 2 de Fevereiro, 2003

 


A peça retrata a vida de Isabelle Eberhardt, uma mulher do século XIX, supostamente filha do poeta Rimbaud, que aos 20 anos vai para a Argélia, disfarça-se de homem e converte-se ao islamismo.

Da autoria de Timberlake Wertenbaker, a peça conta a história de Isabelle Eberhardt, uma mulher que reinvindicou para si "o direito à errância e à vagabundagem".

Isabelle nasceu por volta de 1887 em Genebra, onde aprendeu a falar russo, grego, latim e árabe e começou corresponder-se com intelectuais árabes. Aos 20 anos, Isabelle, viaja para a Argélia com a mãe, onde se converte ao islamismo e adopta uma nova identidade.

Como árabe Mahmoud Saadi inicia as suas deambulações pelo deserto, até se apaixonar por um soldado índigena do Exército Colonial Françês no Norte de África. Para se poder casar, é obrigada a partir para Marselha, disfarçada "com o traje azul dos berberes para viajar em 4ª classe, não autorizada às mulheres". Depois do casamento regressa com o marido e começa a trabalhar como jornalista. Morre aos 27 anos afogada numa tromba de água que inunda o deserto de Ain Sefra.

O percurso de Isabelle é o de uma mulher que deambula pela Europa e África, numa luta constante por se afirmar , como mulher, jornalista e livre pensadora, num mundo dominado pelos homens, onde ser mulher significava não ter direitos.

Cada actriz faz três papeis, uma mulher e um homem ocidentais e um árabe, excepto Maria Henrique, que faz de Isabelle e de árabe Si Mahmoud,o seu disfarçe para se movimentar na sociedade argelina durante a ocupação francesa.

 

 
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