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A "Escola de Mulheres"

 

A ESCOLA de MULHERES -OFICINA DE TEATRO foi criada em 1995 em Lisboa por um conjunto de mulheres de gerações diferentes e experiências diversas e reconhecidas mas com o sentimento comum do papel de subalternidade a que a mulher tem sido reduzida no Teatro português, quer na condução dos processos criativos, na política de repertórios ou no relacionamento com os poderes instituídos, bem como, de um modo geral, nas tarefas que envolvam poder de decisão.

Pretende-se privilegiar a criação e o trabalho feminino no Teatro e promover e divulgar uma nova dramaturgia de temática e escrita femininas, quer nacional, quer estrangeira, na medida em que o repertório habitualmente representado nos nossos palcos não reflecte, em nosso entender, o papel que nas últimas décadas a Mulher tem vindo a desempenhar, assim como as novas contradições que daí advêm, vinculando quase sempre pontos de vista masculinos sobre as mulheres e reproduzindo universos tipicamente masculinos.

A 8 de Março de 1995 a ESCOLA de MULHERES apresentou publicamente o seu manifesto por ocasião de um espectáculo a partir de textos de autoras portuguesas e que decorreu na Sociedade Portuguesa de Autores.

 
 

Currículo "Escola de Mulheres":

 


PRÓXIMAS PRODUÇÕES


2008
IMAGINA QUE DESCALCEI O SAPATO E AGORA NÃO O CONSIGO ENFIAR, de Teresa Rita Lopes. Encenação Marta Lapa. Teatro da Comuna.
SÉTIMO CÉU, de Caryl Churchill. Encenação de Fernanda Lapa. Teatro Municipal Matosinhos.
DIZ-ME COMO A CHUVA, textos de Tennessee Williams. Encenação de Marta Lapa. Teatro da Comuna.

2007
DENTADAS, de Kay Adshead. Encenação de Isabel Medina. Teatro da Comuna
SONATA DE OUTONO, de Ingmar Bergman. Encenação de Fernanda Lapa. Co-produção Teatro Municipal São Luíz
IMAGINA QUE DESCALCEI O SAPATO E AGORA NÃO O CONSIGO ENFIAR, de Teresa Rita Lopes. Encenação de Marta Lapa. Teatro Comuna.

2006
ÓDIO, de Jorge Humberto Pereira, na Galeria Graça Brandão
FUERA, FORA, DEHORS, de Isabel Medina, Rachid Mountasard, Jean-Luc Paliès, co-produção Europeia
F.T.I. - FÓRUM DE TEATRO IBÉRICO, coordenação de Isabel Medina. Apresentado dia 29 de Maio no Jardim de Inverno do Teatro São Luíz
LEITURA ENCENADA "O OLHAR DO OUTRO", de Isabel Medina, Jean-Luc Paliès e Rachid Montasar, no Teatro Comuna.

2005
A MAIS VELHA PROFISSÃO, de Paula Vogel. Encenação de
Fernanda Lapa. Co-produção com o Teatro Nacional D. Maria II.
MARCAS DE SANGUE, de Judy Upton. Encenação de Isabel Medina. Sala das Novas Tendência, no Teatro da Comuna.
BERNARDOBERNARDA, de Bernardo Santareno. Encenação de Nuno Carinhas, no espaço Convento das Bernardas
ENCONTRO DE AUTORAS,
realizado na SPA.

2004
A VALSA DE BALTIMORE, de Paula Vogel. Encenação de Fernanda Lapa na Sala das Novas Tendências da Comuna.
A ESCOLINHA. Após trabalho desenvolvido com 51 crianças de Janeiro a Junho.
COMO APRENDI A CONDUZIR, de Paula Vogel. Encenação de Fernanda Lapa. Co-produção com o Teatro Nacional D. Maria II.

2003
DESEJOS BRUTAIS
, de Paula Vogel. Encenação de
Fernanda Lapa. Co-produção com o Teatro Nacional D. Maria II.
UMA PEÇA MAIS TARDE+O JOGO DE IALTA, de Brian Friel. Encenação de Nuno Carinhas. Co-produção Teatro Nacional de São João e Teatro Maria Matos
HISTÓRIAS DE VIDA. Dramatização de 5 histórias de prostitutas portuguesas. Direcção de
Fernanda Lapa. Espectáculo integrado no concerto pela Dignidade organizado pelo Ninho. Coliseu dos Recreios, em Lisboa.

2002
NOVAS ANATOMIAS
, de Timberlake Wertenbaker. Encenação de
Fernanda Lapa. Teatro Taborda, em Lisboa.
Continuação da co-produção com a Companhia Bengala. Locais: Nelas, Lagoa, Fafe, Cuba, Guarda, Palmela, Idanha-a-Nova, Vila Real de Santo António, Fundão, Marinha Grande, Évora.

2001

“DIVERSOS PESSOAS” “RAÍZES” EDIÁLOGOS”. Co-produção com a Companhia Bengala. Locais: Grândola, Castelo de Paiva, Caldas da Rainha, Fundão, São Brás de Alportel, Chaves, Entroncamento, Idanha-a-Nova, Lisboa - Teatro Tivoli.
AGAMEMNON OU O CRIME, de Margueritte Yourcenar e Yannis Ritsos. Encenação de Antonino Solmer. Palácio Marim-Olhão.

2000
Continuação da exibição de MULHERES AO PODER.

1999

LISBOA FALA E FÁ-LO, de Alice Vieira e Fina d'Armada. Espectáculo integrado no Festival Lisboa Sempre sobre o Milénio de Lisboa. Encenação de
Fernanda Lapa. Música da Companhia Bengala. Espaço da Patriarcal no Jardim do Príncipe Real.
MULHERES AO PODER. Texto e encenação de Isabel Medina sobre a obra de Aristófanes "Assembleia de Mulheres". Música original de Laurent Filipe. Teatro Maria Vitória.
COCO-CHANEL-UMA MULHER FORA DO TEMPO. Moda e Teatro. Texto e encenação de Fernanda Lapa. Estilista - Luísa Pinto. Salão Ático do Coliseu do Porto e Gare Marítima do Porto de Leixões.

1998

UMA BOCA CHEIA DE PÁSSAROS, de Caryl Churchill e David Lan. Encenação de Fernanda Lapa e Francisco Camacho. Música original de Carlos Zíngaro. Teatro Nacional D. Maria II.
MARIA CALLAS - O MITO ABSOLUTO. Um espectáculo de Moda e Teatro. Co-produção com a estilista Luísa Pinto. Encenação de Fernanda Lapa. Anfiteatro da Doca da EXPO' 98 e C.M. Matosinhos 1999.
CRESCIMENTOS LENTOS. Coreografia de Marta Lapa, co-produção com o ACARTE no âmbito de Mudanças 98.

1997

SÉTIMO CÉU, de Caryl Churchill. Encenação de Fernanda Lapa. Teatro Villaret, em Lisboa e Auditório Carlos Alberto no Porto.
SEMINÁRIO DE ESCRITA TEATRAL com o apoio do Instituto do Livro e das Bibliotecas (Lisboa).

LUGAR COMUM,
de Lucía Sánchez, co-produção ENSEMBLE (do Porto). Encenação de Fernanda Lapa. Auditório do Balleteatro e Teatro D. João V na Damaia.
LEITURAS MARAVILHOSAS, reposição no Centro Cultural de Belém (Lisboa).

1996

DANÇAS A UM DEUS PAGÃO, de Brian Friel. Encenação de Rosamaria Rinaldi. Maria Matos Teatro Municipal (Lisboa).
OS NOVOS CONFESSIONÁRIOS, texto e encenação de Isabel Medina. Sala das Novas Tendências da Comuna (Lisboa).
1º ENCONTRO DE ESCRITORAS PORTUGUESAS, na SPA, sob o tema "A Mulher e o Mar Português" (Lisboa).

1995
AS BACANTES
de Eurípides. Encenação de
Fernanda Lapa. Auditório ao ar livre da Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa).
LEITURAS MARAVILHOSAS, adaptação de 12 contos tradicionais. ACARTE (Lisboa).

APRESENTAÇÃO DO MANIFESTO DA ESCOLA DE MULHERES, de vários autores, com encenção colectiva. Sala Polivalente do Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão.

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