Plano de Contingência COVID-19

ESCOLA DE MULHERES – 2021

NOTA INTRODUTÓRIA   

Tendo por base as recomendações da Direção-Geral da Saúde (DGS) COVID-19: FASE DE MITIGAÇÃO – RECUPERAÇÃO e as do Gabinete da Ministra da Cultura PERGUNTAS E RESPOSTAS FREQUENTES, disponibilizadas em https://covid19estamoson.gov.pt/wp-content/uploads/2020/06/Perguntas-e-Respostas-Frequentes.pdf, alinhadas com as orientações da Autoridade para as Condições do Trabalho e com as regras do Governo em matéria de gestão de crises, indicamos neste documento os procedimentos necessários para a mitigação de riscos para o mínimo.

Este documento foi alvo de uma atualização à data de 16 de março de 2021, com base no Parecer Técnico da Unidade de Saúde Pública do ACES Lisboa Central, de acordo com a melhor evidência científica disponível e baseado nas normas e orientações emanadas pela Direção-Geral da Saúde (DGS) e com as boas práticas à data, no que à COVID-19 concerne.

Estas orientações destinam-se a todos os colaboradores da Escola de Mulheres, bem como a todos os espectadores, sempre que frequentem o espaço Escola de Mulheres no Clube Estefânia, na Rua Alexandre Braga, 24 A, em Lisboa.

O presente documento será sempre sujeito às necessárias alterações, sempre que existam novas diretrizes do Governo Português que tenham impacto nas situações aqui abrangidas.

RECOMENDAÇÕES GERAIS

A Higienização dos espaços, equipamentos, objetos e superfícies será feita periodicamente, conforme a sua frequência de utilização, de acordo com a Orientação 014/2020 da DGS.

As equipas de trabalho, (artistas, técnicos, e demais profissionais envolvidos), bem como os espectadores, terão acesso a informação sobre os riscos de contágio da COVID-19 e serão sensibilizadas para os comportamentos preventivos que devem adotar durante a permanência no espaço Escola de Mulheres [Clube Estefânia], quer se trate de ensaios, quer se trate de apresentações públicas, nomeadamente mediante afixação em local visível, por todo o edifício, de placards informativos das regras básicas e essenciais de higiene e distanciamento social publicadas pela DGS.

Os colaboradores devem efetuar a automonitorização diária de sinais e sintomas e abster-se de ir trabalhar se surgir sintomatologia compatível com COVID-19. Devem contactar o SNS 24, ou outras linhas criadas para o efeito, de acordo com a Norma 004/2020 da DGS.

Os utilizadores (equipas e público) que tenham sintomatologia compatível com COVID-19 devem abster-se de frequentar os equipamentos culturais.

Aos profissionais, equipas de trabalho, visitantes e público em geral, será feita monitorização da temperatura corporal, sem qualquer registo, através de termómetro de infravermelhos sem toque, à entrada do equipamento, com o cuidado de evitar o toque com o termómetro e, caso tal aconteça, desinfetando-o logo de seguida. Caso seja obtido um valor superior a 37,8°C, a medição será repetida com cinco (5) minutos de intervalo. Caso a temperatura corporal se mantenha superior a 37,8°C, após a segunda medição, será vedado o acesso ao espaço, contactar-se-á de imediato o SNS24 [808 24 24 24] e, caso se verifique, a pessoa será encaminhada para a Sala de Isolamento, situada junto à entrada do espaço. Este procedimento deverá ser aplicado aos profissionais, equipas de trabalho, visitantes e, se possível, público em geral. Complementarmente, cada profissional poderá monitorizar a sua temperatura e comunicar à equipa de produção, qualquer valor fora do normal.

Não será permitido o acesso ao espaço sem o uso obrigatório de máscara, ou viseira por indivíduos cuja situação clínica não permita a utilização de máscara. A viseira poderá ser utilizada como complemento à utilização de máscara.

Será garantido o fornecimento de EPIs apropriados a toda a equipa residente, bem como solução alcoólica para desinfeção das mãos sempre que o acesso à lavagem das mãos não seja possível.

A equipa terá formação específica sobre a utilização de EPIs e correta técnica de lavagem e de higienização das mãos.

Ao público será imposto o uso obrigatório de máscara, bem como a higienização de mãos à chegada e à saída do espaço.

LAVAGEM E HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS

Todos devem cumprir as regras básicas de limpeza e higienização definidas pela DGS, nomeadamente lavagem / desinfeção das mãos com maior frequência.
Lavar ou higienizar as mãos à entrada e colocar a máscara, caso não a tenha previamente colocada.
A lavagem das mãos faz-se com recurso a água e sabão durante 20 segundos.
A higienização das mãos faz-se com recurso a gel ou solução antissética de base alcoólica com 70% de etanol, disponibilizado nos vários espaços (entrada, sala de produção e reggie técnica, sala de ensaios (palco) e camarins.
A lavagem e a higienização serão acessíveis a todas as pessoas, para que estas possam usar uma ou outra conforme seja mais conveniente.
Dar-se-á prioridade à utilização de toalhas de papel descartáveis para secagem das mãos, disponibilizados em todos os WC, estes deverão ser colocados nos recipientes destinados a esse fim com tampa e pedal.

REGRAS DE ETIQUETA RESPIRATÓRIA
Evitar tossir ou espirrar para as mãos.
Tossir ou espirrar para o antebraço ou manga, com o antebraço fletido ou usar lenço de papel.
Deitar fora imediatamente o lenço de papel utilizado num contentor de lixo próprio para o efeito.
Higienizar as mãos após o contacto com secreções respiratórias.3

DISTANCIAMENTO FÍSICO
Deve ser mantida a distância recomendada de 2 metros entre as pessoas, (excetuando as marcações de cena, nas equipas artísticas).
Deve ser limitado ao mínimo indispensável, o número de pessoas em espaços fechados tendo em consideração as distâncias de segurança previstas no ponto anterior (2 metros).
Deve ser evitado todo o contato físico, incluindo aperto de mão e abraços.
Evitar a partilha de qualquer objeto pessoal.

LIMPEZA NAS INSTALAÇÕES
Existem dispensadores de álcool-gel na entrada e em todas as zonas comuns (Sala de produção/reggie técnica, Sala de ensaios/palco e camarins) para que possa ser feita a higienização das mãos.
Reforço da limpeza permanente do interior do edifício incluindo zonas comuns e espaços de trabalho individual e coletivo.
As casas de banho e zonas que são frequentadas por um maior número de pessoas serão lavadas e higienizadas de forma apropriada, com produtos eficazes e com a maior frequência possível.
Nas zonas comuns e de trabalho, as superfícies que são tocadas muito frequentemente por várias pessoas, como interruptores, maçanetas de portas, torneiras, corrimãos, secretárias e balcões serão higienizadas de forma apropriada. A sua higienização por rotina, e várias vezes ao dia, será implementada com a colaboração de cada colaborador da equipa fixa, de forma a promover um ambiente seguro de trabalho.
Cada colaborador (artistas, técnicos, produtores e demais profissionais) deve ser responsável por higienizar com desinfetante, disponibilizado pela Escola de Mulheres, a sua área de trabalho no início e no final dos turnos de trabalho, equipamentos incluídos tal como computadores, mesas de som e de luz, etc.
Serão afixados os cartazes com as técnicas de lavagem e de higienização, revendo passo a passo as técnicas apropriadas de o fazer, na parede junto aos pontos de lavagem e de higienização das mãos.
A Sala de espetáculos será alvo de um reforço diário na sua higienização, com especial foco nos dias de espetáculo com higienização de pavimentos e cadeiras da plateia, antes e após cada sessão. Esta desinfeção será feita com recurso a Desinfetante de Solução Alcoólica e Desinfetante que tem por base Quaternário de Amónio TP2.
Nos dias de espetáculo, todas as zonas comuns como corredores, escadas, corrimãos, WC, torneiras, interruptores, maçanetas, etc terão um reforço de higienização antes da entrada do público na sala, durante a permanência e após a saída do espaço (entre as 18h30 e as 22h30).


MEDIDAS ESPECÍFICAS EQUIPAS  DE TRABALHO

CHEGADA AO TEATRO

O acesso ao espaço só é permitido com uso obrigatório de máscara, não dispondo de nenhuma consigo deverá informar previamente a produção para que lhe seja facultada uma.
Higienização obrigatória das mãos à entrada onde será disponibilizado dispensador de álcool-gel.
Dirigir-se à produção para que possa medir a temperatura com termómetro de infravermelhos (máximo de 37,8°C), sem qualquer registo. Caso seja obtido um valor superior a 37,8°C, mesma será repetida com cinco (5) minutos de intervalo. Caso a temperatura corporal se mantenha superior a 37,8°C, após a segunda medição, deverão será vedado o acesso da pessoa ao equipamento cultural, e será contactado o SNS24 [808 24 24 24] e se estritamente necessário, será encaminhado para a sala de isolamento).
É obrigatório o uso de máscara quem proceda à monitorização da temperatura, e verificação do cumprimento das medidas recomendadas à entrada das instalações, bem como a lavagem regular das mãos ou, na sua impossibilidade, a sua higienização com álcool-gel.
Não podem existir cumprimentos com toque físico entre as pessoas, e deve manter-se a distância social recomendada, sempre que possível.

CIRCULAÇÃO NAS INSTALAÇÕES

A circulação dentro das instalações do edifício deve ser restrita ao necessário.
O acesso de visitantes ou outros tem de ser aprovado pela produção e comunicado com antecedência.
Dentro das salas de cada setor, só devem ter acesso os elementos que necessitem de desempenhar a sua função dentro desse espaço, ficando a produção responsável por essa monitorização.
A única exceção é para o pessoal dos trabalhos de limpeza.
O tempo de espera de acesso aos WC deverá ser feito, sempre, no exterior e com distanciamento entre as pessoas.
Apela-se a colaboração de todos os elementos das equipas artísticas e técnica, na higienização após a utilização dos WC, em camarins, recorrendo a desinfetante disponível no interior do mesmo, nomeadamente tampos de sanita, torneias, interruptores e maçanetas de porta.
No WC de camarim serão disponibilizados tampos de sanita descartáveis, para cada utilização individual, respectivo dispensador e ainda sabonete desinfectante PRODYSEPT – Quaternário de amônio, bem como toalhetes de papel descartáveis para secagem de mãos.
Sempre que possível, devem manter-se abertas as portas de todas as salas para minimizar o manuseamento de maçanetas e potencial contágio.
A produção assegurará que as janelas e portas de ventilação dos espaços se manterão abertas entre pausas de ensaios e espetáculos.
Cada colaborador deve cumprir as regras de circulação de acordo com o pré-definido.

EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

É obrigatório o uso de máscara ou viseira (nos casos  de indivíduos em que a situação clínica não permita a utilização de máscara, podendo, contudo, ser utilizada como complemento à máscara), sempre que se encontrem em espaços comuns no interior. As máscaras deverão ser assegurada substituídas sempre que se apresentem húmidas ou quando o seu tempo de utilização ultrapassar as quatro (4) horas;
As equipas de palco (interpretes, encenadores, coreógrafos, figurinistas, etc) deverão usar máscara, desde a entrada no espaço até se encontrarem no palco e zona de camarins e deverão recoloca-la sempre que saiam dessa zona de trabalho. As máscaras individuais devem ser guardadas em local adequado, imediatamente antes da sua entrada em palco. Recomenda-se que sejam guardadas, por exemplo, em envelope individual com a identificação da pessoa.
No caso de haverem maquilhadores e equipa de cabelos, estas deverão usar obrigatoriamente luvas e máscara no exercício das suas funções, recorrendo a utensílios esterilizados e descartáveis sempre que possível. As luvas deverão ser substituídas entre artistas. Todos materiais de uso corrente como cadeiras, secretárias e outros deverão ser higienizados entre cada artista a tratar.
Sempre que for necessário substituir o equipamento de proteção descartável este deve ser colocado em contentores de lixo próprios para o efeito que se encontram em locais definidos.
As viseiras de proteção serão entregues a cada produção para serem distribuídas aos setores cuja utilização seja necessária.

MEDIDAS DE PROTEÇÃO EM ENSAIOS, MONTAGENS E DESMONTAGENS

No decorrer dos ensaios cada elemento das equipas artísticas e técnica deverão utilizar uma cadeira destinada a cada um.
Nos ensaios de mesa deverão ser mantidas as distâncias mínimas de segurança.
Durante as montagens e desmontagens, toda a equipa técnica e de produção deverá utilizar viseira/máscara enquanto esteja dentro da área de trabalho. A utilização de luvas descartáveis será obrigatória sempre que se manuseiam equipamentos comuns como projetores, cabos, filtros e porta filtros e outros. Após a sua utilização, as luvas descartáveis devem ser retiradas correctamente e colocadas em depósito próprio e higienizadas as mãos.
Serão disponibilizados kits de limpeza na reggie técnica e de produção, para desinfeção do equipamento técnico, a ser realizado pelos próprios profissionais, no início e final dos turnos de trabalho.
Deverá ser evitada ao máximo a partilha de equipamentos técnicos, devendo cada técnico e elemento de produção ser responsável pela manutenção e proteção do seu posto de trabalho.

MEDIDAS DE PROTEÇÃO EM ESPETÁCULOS

A plateia da Sala foi remontada de forma a assegurar o distanciamento mínimo de 2m da boca de cena, contudo, alertamos para o facto da necessidade de adaptação a possíveis marcações dos intérpretes que contemplem a proximidade do público, já que a mesma não será permitida sempre que se comprometa esta distância mínima.
Nos espetáculos em arena, com utilização da Zona de Plateia como espaço de representação, essa delimitação terá que ser assegurada previamente.
Cada sector técnico e de produção terá barreiras protetoras de acrílico junto aos equipamentos de trabalho, nomeadamente computadores, mesas de som e luz.
Dada a proximidade dos postos de trabalho de operação técnica de luz e som, sempre que estas funções sejam asseguradas por dois profissionais diferentes, estes serão separados por uma barreira de vynil transparente (impermeável).

CAMARINS, FIGURINOS E ADEREÇOS

Sempre que os camarins sejam partilhados, devem estabelecer-se áreas da mesa de trabalho e cadeiras específicas para cada intérprete e assegurado o cumprimento da regra de distanciamento físico de dois (2) metros entre artistas.
Cada artista será responsável pela higienização do seu posto e cadeira à chegada e à saída do ensaio ou espetáculo.
Serão disponibilizados kits de limpeza em cada camarim, para desinfeção do equipamento e do espaço, a ser realizado pelos próprios artistas, no início e final dos turnos de trabalho.
Cada camarim disporá de dispensadores de álcool-gel para higienização de mãos.
Serão disponibilizados toalhetes de papel descartáveis para se privilegiar a sua utilização, não obstante a disponibilização de toalhas individuais, caso seja imprescindível a sua utilização, as mesmas deverão ser depositadas em recipiente próprio, devidamente identificado para essa finalidade, que será fechado e revestido com saco plástico, permitindo o transporte para a lavandaria sem recurso a manuseamento da roupa.
Existirá em cada camarim recipiente apropriado para depósito de tolhas descartáveis e todos os resíduos comuns de camarim.
Desaconselha-se a partilha de equipamentos e materiais de caracterização. Cada artista deverá possuir o seu Kit individual. Sempre que a partilha seja necessária a mesma deve ser feita com a respetiva higienização prévia entre cada utilizador.
Cada artista deverá ter o seu próprio recipiente com água potável e copo de vidro, que serão disponibilizados pela produção e higienizados/substituídos diariamente.
Apela-se a colaboração de todos os elementos das equipas artísticas na higienização após cada utilização dos WC, em camarins, recorrendo a desinfetante disponível no interior do mesmo, nomeadamente tampos de sanita, botões de descarga, torneias, interruptores e maçanetas de porta.
Havendo lugar a duches, os mesmos só poderão ser utilizados por uma artista de cada vez, não sendo permitida a utilização simultânea por vários utilizadores. A higienização e desinfeção dos mesmos é da responsabilidade de cada utilizador, após a sua utilização.
Sempre que possível, os figurinos deverão ser higienizados após cada sessão de trabalho (ensaio e espetáculo).
Deve evitar-se, sempre que possível, a partilha e manuseamento comum de figurinos e adereços de cena. Quando tal for impossível deve ser salvaguardada a respetiva higienização antes e após a sua utilização.

EQUIPA DE BILHETEIRA LIMPEZA E FRENTE DE SALA

A estas equipas será obrigatório o uso de máscara, lavagem regular de mãos e  dispensador individual de álcool-gel, durante o período de permanência de público no espaço (EPIs assegurados pela Escola de Mulheres).
O responsável pela bilheteira deverá assegurar a desinfeção regular do seu posto de trabalho, higienizando todo o equipamento na abertura e, sempre que possível, durante a duração do seu turno.
Todos os equipamentos de bilheteira de manuseamento coletivo, tal como terminais de pagamento automático, deverão ser desinfetados após cada utilização.
Todos os espaços comuns serão higienizados com desinfetante apropriado, antes da abertura de portas, durante o decorrer da apresentação pública e após a saída de público e equipas artísticas e técnica, com especial foco em maçanetas de porta, interruptores, torneiras, tampos de sanita, corrimãos, botões de elevador, puxadores, etc.
Cabe a esta equipa assegurar que as normas de circulação e de distanciamento no interior do espaço são cumpridas.
No final dos turnos todos os equipamentos manuseados e respetivos postos de trabalho deverão ser devidamente desinfetados e todos os materiais descartáveis, tal como luvas e máscara, colocados em recipiente próprio.

CUIDADOS A TER COM EQUIPAMENTOS TÉCNICOS
Entenda-se Mesa de Luz, Mesa de Som, Computadores e outros

Com o equipamento desligado limpar o pó com papel ou pincel.
Pulverizar o papel com uma solução de álcool isopropílico diluído em água até um máximo de 70%. Ou com Spray desinfetante disponibilizado Kit. Ter atenção para que o pano fique húmido e não molhado.
Limpar suavemente todas as superfícies sem fazer demasiada pressão ou ensopar os orifícios que o equipamento possa ter.
Equipamentos de comunicação devem preferencialmente ser utilizados sempre pela mesma pessoa e marcados com o nome de cada técnico de forma a não ser utilizado por outros. Devem ser desinfetados antes e após a sua utilização (auscultadores, auriculares, headsets, cabos, etc).

MEDIDAS ESPECÍFICAS PÚBLICO

AQUISIÇÃO DE BILHETES E CHEGADA AO TEATRO

Privilegiar-se-á a aquisição de Bilhetes online através da plataforma BOL e pontos aderentes (Fnac, Worten; CTT) e a reserva antecipada por e-mail ou telefone.
Os descontos serão somente aplicáveis na Bilheteira Local, aberta nos dias de espetáculo a partir das 20h.
Os Bilhetes eletrónicos não necessitarão ser impressos, basta apresentá-los à chegada ao teatro.
A espera será efetuada na Rua, sempre que as condições atmosféricas o permitam, respeitando-se as medidas de segurança mínima. Quando não for possível a abertura da Sala será antecipada para assegurar o acesso à mesma à chegada ao teatro.
Deve ser mantida a distância recomendada de 2 metros entre as pessoas, que não sejam coabitantes.
Os circuitos de circulação encontram-se devidamente sinalizados, com a indicação de distanciamento mínimo através de sinalética no chão.
Deve ser limitado ao mínimo indispensável, o número de pessoas em espaços fechados.
Deve ser evitado todo o contato físico, incluindo aperto de mão e abraços.
Evitar a partilha de qualquer objeto pessoal.

FUNCIONAMENTO DE BILHETEIRA E FRENTE DE SALA

Obrigatório o uso de máscara desde a chegada até à saída do Teatro, inclusive durante o espetáculo.
Na entrada e em vários pontos do Teatro, será disponibilizado álcool-gel para desinfeção de mãos antes de entrar no edifício e sempre que necessário.
A bilheteira local estará colocada na entrada do edifício e assinalada a distância mínima de segurança.
O atendimento na bilheteira local será feito através de barreira de proteção em acrílico e privilegiar-se-á o pagamento automático contactless.
Todos os materiais de toque comum, como o terminal de pagamento automático, serão higienizados e desinfetados após cada utilização entre espectadores.
Não serão distribuídas folhas de sala em papel.
A lotação da Sala é de 66 lugares marcados, assegurando-se um lugar de intervalo entre cada espectador, ou grupo de coabitantes.
A primeira fila de lugares dista 2,35m do palco.

CIRCULAÇÃO NAS INSTALAÇÕES, HIGIENIZAÇÃO E DESINFEÇÃO

Excecionalmente e até indicação posterior o serviço de Bar encontra-se encerrado nos dias de espetáculo.
No caso de posterior abertura do serviço de Bar, este cumprirá todas as normas decretadas na Orientação 023/2020 da DGS.
Os WC e pontos de contacto e passagem comuns, serão higienizados e desinfetados a cada 30 minutos até à entrada do público na Sala.
A abertura de Sala será antecipada, sempre que possível, para 30 minutos ou mais de antecedência e a entrada do público deverá ser feita, preferencialmente por ordem de fila e de lugar no sentido do lugar mais afastado da entrada da Sala e inversamente para a saída, evitando o cruzamento entre espectadores.
Durante o acesso à sala o elevador será desinfetado (botões e todos os pontos de contacto) após cada utilização. Esta utilização deverá, sempre que possível ser individual, ou, quando por impedimentos de mobilidade, a um número máximo de dois utilizadores, de cada vez.
Depois da entrada na Sala, no decorrer do espetáculo e após a saída de todos os espectadores do espaço, todos os acessos e pontos comuns serão higienizados e desinfetados (corredores, escadas, elevador, corrimãos, WCs, puxadores, maçanetas de porta, interruptores, etc).
Toda a equipa de Bilheteira, Frente de Sala e Higienização e Desinfeção, que acompanha a entrada e saída de público na Sala, estará devidamente equipada (máscara, viseira, luvas e dispensador individual de álcool-gel).
A Sala de espetáculos será higienizada e desinfetada antes da entrada de público e após a respetiva saída no final do espetáculo.
Não será permitida a permanência de espectadores no interior do edifício após o final do espetáculo. Em caso de pretenderem aguardar por algum elemento da equipa artística e técnica, deverão aguardar na Rua, mantendo e respeitando as distâncias de segurança decretadas.

CASOS SUSPEITOS COVID-A9 – ÁREA DE ISOLAMENTO

Na eventual deteção de CASOS SUSPEITOS COVID-19, nomeadamente nas equipas técnicas e artísticas, de produção, a equipa residente estará devidamente formada para agir em conformidade com as recomendações da DGS.
Seguindo a norma nº020/2020, de 09/11/2020 da DGS que determina as medidas de prevenção e controlo da transmissão da COVD-19, considera-se caso suspeito qualquer pessoa que apresente, pelo menos, um dos seguintes sintomas:
i. Tosse de novo ou agravamento do padrão habitual;
ii. Febre (temperatura corporal ≥ 38,0°C) sem outra causa atribuível;
iii. Dispneia / dificuldade respiratória sem outra causa atribuível;
iv. Anosmia de início súbito;
 v. Disgeusia ou ageusia de início súbito.

Todos os elementos das equipas terão medição de temperatura corporal à chegada e à saída dos turnos de trabalho, e repetidas sempre que se considere necessário. Apenas uma pessoa será destacada para realizar estas medições, sem registo e com recurso à utilização de máscara e termómetro de infravermelhos sem contacto.

O caso suspeito deverá usar uma máscara cirúrgica, se a sua condição clínica o permitir, e deverá esta ser colocada pelo próprio. Deve ser verificado se a máscara se encontra bem ajustada (ou seja: ajustamento da máscara à face, de modo a permitir a oclusão completa do nariz, boca e áreas laterais da face. Em homens com barba, poderá ser feita uma adaptação a esta medida – máscara cirúrgica complementada com um lenço de papel). Sempre que a máscara estiver húmida, deve ser substituída por outra;

O caso suspeito deverá ser encaminhado por uma só pessoa designada para a área de isolamento, pelo circuito e para o local previamente definidos neste Plano de Contingência.

Esta sala situa-se na entrada do edifício, a 1ª da esquerda, devidamente preparada para o efeito, desinfetada diariamente, com ventilação natural através de uma janela direta para o exterior, e equipada com:

telefone, cadeira (para descanso e conforto da pessoa com sintomas/caso suspeito, kit com água e alguns alimentos não perecíveis; contentor de resíduos (com abertura não manual e saco de plástico), solução antisséptica de base alcoólica (disponível no interior e à entrada desta área), toalhetes de papel, máscara(s) cirúrgica(s), luvas descartáveis e termómetro;

Tem na sua proximidade, uma instalação sanitária devidamente equipada, nomeadamente com doseador de sabão e toalhetes de papel, para a utilização exclusiva do a pessoa com sintomas/caso suspeito;

Na deslocação, devem ser evitados os locais de maior aglomeração de pessoas.

No acompanhamento do caso suspeito até à área de isolamento, sempre que possível deverá ser assegurada a distância de segurança [superior a um (1) metro]. O funcionário/pessoa designada, deve colocar uma máscara cirúrgica e luvas descartáveis momentos antes de iniciar a assistência, para além do cumprimento das precauções básicas de controlo de infeção quanto à higiene das mãos, após contacto com o caso suspeito.

Em seguida, o caso suspeito deverá contactar a Linha SNS 24 (808 24 24 24) e seguir as recomendações prestadas. Não deverão ser efetuados outros contactos com o SNS24.

O acesso à Sala de Isolamento deverá ser efetuado, tanto na entrada como na saída, pela entrada principal do edifício, uma vez que a mesma se situa próximo da entrada, prevenindo a possível contaminação das restantes instalações.

Após a utilização da sala de isolamento por caso suspeito ou confirmado, deverá ser realizada a sua limpeza e desinfeção, de acordo com o disposto na Orientação n.º 014/2020 de 21/03/2020, da DGS:

a. Esperar pelo menos 20 minutos depois de a pessoa doente, ou suspeita de estar doente sair da área de isolamento/quarentena e, só depois, iniciar os procedimentos de limpeza em segurança;
b. Preparar a solução de lixívia (hipoclorito de sódio) com concentração original de 5% ou mais de cloro livre. A lixívia deve ser diluída na altura de utilizar. A solução diluída deve ser a 0,1%, na proporção de 1 parte de lixívia para 49 partes iguais de água;
c. Lavar primeiro as superfícies com água e detergente;
d. Em seguida, espalhar uniformemente a solução de lixívia nas superfícies;
e. Deixar atuar a lixívia nas superfícies durante pelo menos 10 minutos – ler as instruções do fabricante/fornecedor. Esta etapa é fundamental;
f. De seguida enxaguar as superfícies só com água quente;
g. Deixar secar ao ar

A autoridade de saúde local será alertada perante a presença de um caso suspeito/conhecimento de caso confirmado que tenha frequentado as instalações e poderá determinar a adoção de medidas específicas a aplicar, sendo a Unidade de Saúde Pública Lisboa central informada através do contacto de email: usplxcentral.eventos@arslvt.min-saude.pt ou através de telefone – 21 391 10 30.

De modo a agilizar a articulação do equipamento cultural com a autoridade de saúde e facilitar a sua atuação, deverão existir listagens que permitam a correta e pronta identificação de todos os profissionais, em que esteja inequivocamente identificado o nome completo, número de utente do serviço nacional de saúde, contacto telefónico, função a desempenhar/desempenhada e posto. Caso seja possível, o mesmo deverá ser equacionado para o público.

PLANTA DE LOCALIZAÇÃO DA ÁREA DE ISOLAMENTO

Lisboa, 16 de março de 2021

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