Em cartaz

espaço Escola de Mulheres [Clube Estefânia]

acolhimento

O Espaço das Aguncheiras apresenta-vos, 
As Lindas Bocas
Espectáculo que acontece entre seres humanos de hoje. 

Pessoas diferentes mas também iguais. 

Personagens de vários géneros e de diferentes identidades sexuais, 
solitárias, acompanhadas, espelhos de várias gerações, reflectem-nos.
Na casa onde se ama, se violenta ou se abandona 
e nos espaços mais ou menos públicos, os de veloz passagem, 
as palavras são reveladoras da nossa Portugalidade… as bocas falam, 
no feminino, no masculino e nos outros.
“Noutro tempo as mulheres não trabalhavam. Eram domésticas, dizia-se. Fartavam-se de trabalhar em casa. Era o que era.
Neste tempo as mulheres trabalham a dobrar. Continuam responsáveis pela casa, pelos descendentes e ascendentes, mas acumulam isso, esse trabalho todo, com um emprego remunerado, a maior parte das vezes abaixo da remuneração de um homem.”
Mariana Trigo
FICHA TÉCNICA E ARTÍSTICA
Direcção, Styling, guião vídeo: São José Lapa
Dramaturgia, texto: Mariana Trigo
Cenografia, adereços, vídeo: Inês Lapa Lopes
Actores: Lavínia Moreira, Manuel Romano
Música Original: Alberto Lopes
Luzes: Paulo Santos
Produção: Espaço das Aguncheiras
Divulgação: Joana Botelho
Fotografias: Vitorino Coragem 
Acolhimento: Escola de Mulheres
M/14
 
Apoio: Gabinete da Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade da Presidência do Conselho de Ministros

Agradecimentos: Grupo de Cante Feminino de Aljustrel, Os Cigarras, Teresa Sales – UMAR, Francisco Rasteiro, Jean Pierre Léger.

 
Por ocasião da estreia de As Lindas Bocas, São José Lapa convida Teresa Sales para uma conversa/reflexão.
Venha colocar as suas questões.
A sessão decorre após o espectáculo.

AS LINDAS BOCAS

espaço Escola de Mulheres [Clube Estefânia]

de 7 a 10 de junho de 2018

 [5ª às 21h00 | 6ª a domingo às 21h30]

 

Preços:
12€ Geral
10€ Maiores de 65 | Menores de 25

8€ Residentes Freguesia Arroios
6€ Profissionais do espetáculo | Estudantes de Artes Performativas

6ª feira DIA DO ESPECTADOR preço único 6€

Bilhetes à venda na BOL e na Bilheteira Local nos dias de Espetáculo (a partir das 20h)

Informações e reservas (3ª a dom. das 15h às 20h)
geral@escolademulheres.com

(+351) 915 039 566


TENTATIVAS CONTRA A VIDA DELA

de MARTIN CRIMP

pelo coletivo SETESET [BRASIL]

ACOLHIMENTO INTERNACIONAL Escola de Mulheres

 

GRUPO BRASILEIRO SETESET APRESENTA TENTATIVAS CONTRA A VIDA DELA NA ESCOLA DE MULHERES, EM LISBOA

Espetáculo que pesquisa a união das linguagens do teatro e do cinema e aborda a manipulação mediática sobre a vida de uma personagem ausente

24, 25, 26 e 27 de maio de 2018

O grupo brasileiro Seteset apresenta o espetáculo Tentativas Contra a Vida Dela no Espaço Escola de Mulheres (Clube Estefânia), em Lisboa. Pesquisando a convergência entre as linguagens teatral e cinematográfica, o grupo partiu da obra homônima do escritor inglês Martin Crimp para criar a peça.

SOBRE A PEÇA

Em cena, uma tela preenche todo fundo do palco. Cinco atores, compondo com as imagens projetadas, ora distorcem seu significado, ora o ratificam e, por vezes, entram na tela. Anne, personagem eixo da história, não é uma personagem qualquer. Ela é uma falta de personagem, uma ausência, cuja história vai sendo revelada, modificada, inventada. As figuras que surgem no palco não se relacionam ou refletem sobre a sua própria existência. Só falam dela: Anne. Discutem sobre a sua personalidade, sobre a sua história familiar, a sua vida sexual e afetiva, a sua infância e a sua relação com as estruturas de poder. Anne, no final de contas, pode ser tudo, uma artista plástica suicida, uma atriz porno ou uma vítima de uma tragédia, até mesmo um objeto, como um carro.

Os atores lançam-se nas tentativas de construção e desconstrução de um mundo mediado pelas imagens. As telas, as câmaras, os cortes, os quadros e a tecnologia são suportes indispensáveis na condução da encenação. Com uma crítica pertinente e um humor ácido, a peça vai frisando, cena a cena, cada vez com mais força, os aspectos do nonsense que se desdobra no prazer e no questionável poder de se estar diante da câmara, influenciando e sendo influenciado por tudo e todos, até que percamos a capacidade de discernir o que criamos do que somos.

SOBRE O GRUPO

O Seteset foi criado em meados de 2014 na Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo (São Paulo, Brasil). A partir de encontros semanais com profissionais do cinema, entre diretores, produtores e preparadores de elenco, foram realizados diversos encontros, séries de entrevistas e produções de curtas metragens, na busca pelo aprimoramento dos estudos de interpretação para a câmara. Foram produzidos três curtas originários das pesquisas de roteiro (Voyeur, Tempero e Ponto), além de clipes musicais como Cru, do artista Felipe Antunes, e Deus, da banda Vitrola Sintética, indicada ao Grammy Latino em 2015 pela música homônima. Do desejo de pesquisar a união das linguagens do teatro e do cinema, iniciou-se o projeto de montagem do espetáculo Tentativas Contra a Vida Dela, de Martin Crimp, em 2016. A peça estreou no ano seguinte, tendo recebido, durante a temporada, o convite da atriz portuguesa Fernanda Lapa para a realização de uma temporada em Lisboa. Após as apresentações em Portugal, em maio de 2018, está prevista outra temporada em São Paulo, no Teatro de Contêiner Mungunzá, em junho.

SOBRE O AUTOR

Martin Andrew Crimp, dramaturgo e tradutor, tem em seu currículo mais de vinte peças teatrais. É considerado um dos mais brilhantes autores britânicos e mais traduzidos da língua inglesa. A dramaturgia de Crimp é caracterizada por uma sombria visão das relações humanas: nenhum de seus personagens parece experimentar amor ou alegria. Em grande parte, suas peças lidam com a violência contemporânea, com a crueldade, mas com senso de humor. Dentre os textos que tiveram mais sucesso está Tentativas Contra a Vida Dela, estreada em 1997 no Royal Court. A peça é considerada seu trabalho mais corajoso e inovador, tendo sido traduzida para mais de 20 idiomas.

FICHA TÉCNICA
TEXTO: Martin Crimp
TRADUÇÃO: Daniele Ávila Small
DIREÇÃO: Alaissa Rodrigues e Pedro Costa
ELENCO: Alaissa Rodrigues, Ana Elisa Mello, Helena Miguel, Leandro Oliveira e Pedro Costa
FIGURINO: Alaissa Rodrigues e Leandro Oliveira
ILUMINAÇÃO: Laura Salerno
OPERAÇÃO DE LUZ (PORTUGAL): Manuel Abrantes
VÍDEOS: Pedro Costa
OPERADOR DE VÍDEO (BRASIL): Fred Peixoto de Azevedo
OPERADOR DE SOM (BRASIL): ARTUR REIS
OPERADOR DE SOM E VÍDEO (PORTUGAL): Luís Lobo Pimenta
AUXILIAR DE MONTAGEM DE SOM E VÍDEO (PORTUGAL): Mestre André
ATORES CONVIDADOS (VÍDEOS): Paulo Vinícius Justo e Júlia Chelminski
ATORES CONVIDADOS (OFF): Ana Paula Lopez, Artur Reis, Bete Dorgam, Bruno Sperança, Isabela Lisboa, Jackeline Stefanski, Roberto Mello e Sol Faganello
COREOGRAFIA: Ana Elisa Mello e Fernando Mariano
PREPARADOR CORPORAL: Diogo Granato
MÚSICAS: A Câmera Te Ama, de Rani Guerra, e Girl Next Door, de Gabriel Dellilo
PESQUISA SONORA : Gabriel Dellilo
TRILHA SONORA: Kezo Nogueira e Otávio Carvalho
PRODUÇÃO E REALIZAÇÃO: Grupo Seteset
ASSISTENTE DE PRODUÇÃO: Isabela Lisboa
APOIO: Patas Furiosas, Carpintaria do Ator, Oroboro Cia de Teatro, Etcetera Produções, Coqueiro Filmes, Núcleo Conversões Eletrônicas, Coletivo 47 e Acervo Roupa de Santo
ACOLHIMENTO INTERNACIONAL: Escola de Mulheres

Duração: 70 minutos
Classificação etária: M/16

TENTATIVAS CONTRA A VIDA DELA

espaço Escola de Mulheres [Clube Estefânia]

de 24 A 27 de maio de 2018

 [6ª a domingo às 21h30]

 

Preços:
12€ Geral
10€ Maiores de 65 | Residentes Freguesia Arroios | Menores de 25
6€ Profissionais do espetáculo | Estudantes de Artes Performativas

6ª feira DIA DO ESPECTADOR preço único 6€

Bilhetes à venda na BOL e na Bilheteira Local nos dias de Espetáculo (a partir das 20h)

Informações e reservas (3ª a dom. das 15h às 20h)
geral@escolademulheres.com

(+351) 915 039 566

 

 


VÄLUTE

de RUI NETO

SINOPSE

VÄLUTE é um lugar imaginário, um território fronteiriço, invisível. Nele tudo é possível. O sonho confunde- se com a realidade. O homem é mulher, que é homem novamente, que é bicho, que não é coisa nenhuma. A memória surge difusa em breves fragmentos de lucidez, para logo se dissipar. Um regresso ao Éden. Ou talvez seja este o lugar morte. Um luto mal resolvido, tal como o de Hamlet. Ou uma efabulação de um purgatório pessoal. Talvez seja VÄLUTE.

VÄLUTE, território imaginário. Fronteira. Universo Avalon. Limbo. Purgatório. Incentivo à luta (Verbo Lutar – Vá Lute). Aquele que incentiva a lutar. Aquele que vela o morto. Aquele que corta a raíz. Vala. Cadafalso. Hiato. Moeda entregue a Caronte para atravessar os rios Styx e Acheron que separavam o mundo dos vivos do mundo dos mortos (Obolus ou Danake, moedas geralmente colocadas sobre ou dentro da boca dos defuntos). Medicamento calmante e relaxante muscular. Transportadora aérea dinamarquesa. Mala de mão pequena (Valise). (italiano – Verbo Valuta: 1. Terceira pessoa do singular do presente do indicativo do verbo Valutare; 2. Segunda pessoa do singular do imperativo do verbo Valutare. Substantivo feminino Valuta; plural Valute – Moeda. Transacções financeiras). (inglês – Valuta – plural Valute or Valutas – 1. A foreign currency; A currency, in the most specific use of the word, refers to money in any form banknotes, coins, bitcoins)

Anagramas: Altuve; Vuelta. 

O regresso a este texto (Luto, 2012), surge da vontade de o reescrever cenicamente encontrando um universo mais maduro e criativo. Associamos o luto à morte. Prefiro associá-lo a estratégias de sobrevivência, mesmo que se percam em memórias, sonhos e pensamentos circulares, ou em clichés teatrais. Inevitavelmente olho para Hamlet e para os seus fantasmas, mas afasto-me porque posso, porque o meu compromisso não é com ele, para já. Prefiro brincar com as palavras e encontrar o feminino do seu luto: Luta! Porque é fértil, tem ganas, tem vida! Quem sou eu amanhã? A metamorfose em processo. E tantas possibilidades… Como continuar isto, depois disto? (seja isto aquilo que for…) – Rui Neto

Ficha Técnica e Artística

Texto e Criação – Rui Neto
Interpretação – Margarida Cardeal
Com – Cristina Milho | Drica Gomes | Martyn Gama | Roger Madureira

Sonoplastia – Cristóvão Campos
Luz – João Rafael Silva
Estrutura Cénica – Rui Miragaia
Figurino – Rui Neto
Confecção  Mestra Alda Cabrita
Ilustração – Lud Martins
Grafismo – Rui Neto
Produção – LoboMau Produções
Apoios – O espaço do Tempo | A Tenda | VoZes em ConSerto | Polo Cultural Gaivotas Boavista

M12
ACOLHIMENTO | Escola de Mulheres

 

VÄLUTE
espaço Escola de Mulheres [Clube Estefânia]
de 3 a 6 de maio de 2018
[6ª a domingo às 21h30]

Preços:
10€ Geral
8€ Maiores de 65 | Residentes Freguesia Arroios | Menores de 25
6€ Profissionais do espetáculo | Estudantes de Artes Performativas

6ª feira DIA DO ESPECTADOR preço único 6€

Bilhetes à venda na BOL e na Bilheteira Local nos dias de Espetáculo (a partir das 20h)

Informações e reservas (3ª a dom. das 15h às 20h)
geral@escolademulheres.com

(+351) 915 039 566

 


23º Aniversário Escola de Mulheres

 

CICLO A MULHER E A ESCOLA DE MULHERES

23 anos após a criação de Escola de Mulheres – Oficina de Teatro, considerámos que seria a altura de fazer um balanço em forma Teatral (Performativa se se preferir) do trabalho desenvolvido e a desenvolver num futuro próximo.

A questão da MULHER é central para esta Companhia – o nosso Manifesto de 8 de março de 1995 é claro – Privilegiar o trabalho feminino em todas as vertentes do Teatro: Autorias, Intérpretes, Técnica. Privilegiar as questões do feminino através de textos que reflictam as questões que as afectam sem dar imagens Estereotipadas das Mulheres.

Para tal, reservámos 3 dias sucessivos com entrada livre, de 8 a 10 de Março de 2018, com o seguinte Programa:

Dia 8 de Março às 21h.30m
Aniversário da Escola de Mulheres
• Lançamento do Catálogo dos 23 anos da Companhia.
• Apresentação em PowerPoint de imagens dos espectáculos.
• Exibição do vídeo do espectáculo da apresentação pública da Companhia e do seu Manifesto, no dia 8 de Março de 1995. Leitura Encenada de Cheias de Graça de Isabel Medina.
• Colóquio sobre o Dia Internacional da Mulher e a situação da Mulher no Teatro, com a participação de Isabel Cruz (dirigente do Movimento Democrático de Mulheres), Lucinda Loureiro, Mafalda Santos, Sofia de Portugal, Mónica Calle, Sandra Faleiro, Jorge Silva Melo e de outras mulheres e homens de Teatro.

Dia 9 de Março às 21h.30m
A Prostituição e o Tráfico de Mulheres
• Apresentação do docudrama de Isabel Medina, com produção da Escola de Mulheres, Caçadores de Anjos.
Colóquio com Dália Rodrigues, dirigente da Associação O Ninho e Sandra Benfica, do Movimento Democrático de
Mulheres.

Dia 10 de Março às 21h.30m
A Mulher na Prisão/O Teatro
• Exibição do documentário de Luísa Pinto e Caroline Maia, Rompendo os Muros da Prisão. Trabalho Teatral realizado por Luísa Pinto no âmbito do seu Doutoramento, com reclusos e reclusas dos Estabelecimentos Prisionais de Santa Cruz do Bispo, com texto O Filho Pródigo de Helder Wasterlain e João Maria André e a colaboração de Actores Profissionais, nos quais se inclui a Directora da Escola de Mulheres, Fernanda Lapa.
Colóquio com Luísa Pinto, Caroline Maia, Fernanda Lapa e o Professor Doutor João Maria André.

espaço Escola de Mulheres [Clube Estefânia]
Rua Alexandre Braga, 24 A

ENTRADA LIVRE [sujeita à lotação da sala]

informações:
geral@escolademulheres.com | 915 039 568


SENTADA NO ESCURO

 Trigo Limpo Teatro ACERT

SINOPSE

Neste espetáculo vamos contar a história de uma mulher de 78 anos que veio de Faro para Lisboa quando ainda era nova, para ser atriz. Ali chegará a ter uma carreira, acidentada, até que começa a perder a memória.

De umas brancas que motivam o seu despedimento até um poético e solitário existir interior, há todo um percurso de degenerescência onde as recordações se baralham, criando uma narrativa ficcional substituta da própria realidade.
E é essa a narrativa do espetáculo. O que se passa na cabeça daquela mulher. A maneira como ela vê a fase terminal da sua vida.
Este é o segundo trabalho que o Trigo Limpo teatro Acert faz a partir de António Lobo Antunes. Já em 2000 construímos “Cadeiras”, um cruzamento de partes da sua obra.

Agora voltamos a ele porque estamos certos de que António Lobo Antunes descreve como ninguém, personagens fulcrais da nossa portugalidade.

Ficha Técnica e Artística

texto – a partir de “para aquela que está sentada no escuro à minha espera” de António Lobo Antunes |dramaturgia e encenação – Pompeu José |interpretação – António Rebelo, Ilda Teixeira, Pedro Sousa, Raquel Costa e Sandra Santos | cenografia – Zé Tavares e Pompeu José | música – Gustavo Dinis e Uhai | figurinos – Adriana Ventura | vídeo – Alberto Plácido | desenho de luz – Paulo Neto  | sonoplastia – Luís Viegas | design gráfico e fotografia: Zétavares | assistência – Ricci-Li Alexandre, Iván Dávila Grande e Deolindo Pessoa | produção – Marta Costa e Rui Coimbra | agradecimentos: Carmoserra e Araufer

M/12
70 min.

ACOLHIMENTO | Escola de Mulheres

SENTADA NO ESCURO

espaço Escola de Mulheres [Clube Estefânia]

dias 26 e 27 de janeiro de 2018

[6ª e sábado às 21h30]

Preços:
12€ Geral
8€ Maiores de 65 | Residentes Freguesia Arroios | Menores de 25
6€ Profissionais do espetáculo | Estudantes de Artes Performativas

6ª feira DIA DO ESPECTADOR preço único 6€

Bilhetes à venda na BOL e na Bilheteira Local nos dias de Espetáculo (a partir das 20h)

Informações e reservas (3ª a dom. das 15h às 20h)
geral@escolademulheres.com

(+351) 915 039 566


E TODAS AS CRIANÇAS SÃO LOUCAS

acolhimento Escola de Mulheres

© António Mendes 2017

 SINOPSE

O Coronel foi um dos mais notáveis oficiais que este país alguma vez produziu. Uma mente brilhante em todos os aspectos. Um homem humanitário e de bom humor, mas as suas ideias, métodos, tornaram-se… doentios. A empresa escolheu o Capitão e deixou claro: é urgente eliminar o Coronel.
Numa epopeia de gente inquieta, numa terra desesperada, confronta-se o mito, projectam-se possibilidades. Este é o primeiro espectáculo d’As Crianças Loucas.

Ficha Técnica e Artística

TEXTO│ João Cachola
INTERPRETAÇÃO│ Bruno Ambrósio, João Cachola, Rodrigo Tomás, Sílvio Vieira e Vicente Wallenstein
MÚSICA ORIGINAL│ Fernão Biu e João Sala
CENÁRIO│ Madalena Wallenstein
FIGURINOS│ Madalena Martins
LUZ│ criação colectiva
OPERAÇÃO│ Madalena Wallenstein
ASSISTÊNCIA│ Sofia Fialho
COMUNICAÇÃO│ Henrique Mota Lourenço
DESIGN GRÁFICO│ Francisco Ferreira
FOTOGRAFIA e VÍDEO│ António Mendes
DURAÇÃO│ 70 min.
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA│ M/16

ACOLHIMENTO | Escola de Mulheres

 

E TODAS AS CRIANÇAS SÃO LOUCAS

espaço Escola de Mulheres [Clube Estefânia]
de 1 a 17 de dezembro 2017
[5ª a domingo às 21h30 – DIA 17 DOM. ÀS 17H00]

Preços:
12€ Geral
8€ Maiores de 65 | Residentes Freguesia Arroios | Menores de 25
6€ Profissionais do espetáculo | Estudantes de Artes Performativas

6ª feira DIA DO ESPECTADOR preço único 6€

Bilhetes à venda na BOL e na Bilheteira Local nos dias de Espetáculo (a partir das 20h)

Informações e reservas (3ª a dom. das 15h às 20h)
geral@escolademulheres.com

(+351) 915 039 568


AAC

ASSOCIAÇÃO AMIZADE NO CASAMENTO

© Valério Romão 2017

texto NUNO MOURA | encenação MARTA LAPA

com MARGARIDA CARDEAL e VÍTOR ALVES DA SILVA

63ª produção Escola de Mulheres

Associação Amizade no Casamento um texto original de Nuno Moura com encenação de Marta Lapa, fruto do encontro entre a encenadora e o autor no ciclo de leituras Da Voz Humana.

Sinopse

Associação Amizade no Casamento peça para dois actores ou para duas actrizes ou trocado, gender livre, composta por dezenas de diálogos, falas-de-casal, que levam a dezenas de quadros e diferentes situações, dezenas de desenhos de luz, dezenas de personagens, uma ou outra que entra e sai, ou que está lá desde sempre, ou que só veio cantar qualquer coisa. Veio salvar o seu. Queres salvar o teu? O teu matrimónio? Entra. Vem de mão dada.

Numa linguagem experimental, onde a dança e o teatro se fundem num objeto artístico peculiar, que articulará as disciplinas, texto, corpo e sonoridade de forma única e original.

Texto original não editado.

Ficha Técnica e Artística

texto NUNO MOURA | encenação e espaço cénico MARTA LAPA | interpretação MARGARIDA CARDEAL e VITOR ALVES DA SILVA | música original PEDRO MOURA | fotografia e design gráfico VALÉRIO ROMÃO | desenho de luz PAULO SANTOS | operação técnica RICARDO BRITO DINIZ | direção de produção RUY MALHEIRO
Classificação etária M/14

 

AAC – ASSOCIAÇÃO AMIZADE NO CASAMENTO

espaço Escola de Mulheres [Clube Estefânia]

de 28 de setembro a 22 de outubro 2017
13 e 14 de outubro não haverá sessão

[5ª a domingo às 21h30]

 

Preços:
12€ Geral
8€ Maiores de 65 | Residentes Freguesia Arroios | Menores de 25
6€ Profissionais do espetáculo | Estudantes de Artes Performativas

6ª feira DIA DO ESPECTADOR preço único 6€
Bilhetes à venda na BOL e na Bilheteira Local nos dias de Espetáculo

Informações e reservas (3ª a dom. das 15h às 20h)
geral@escolademulheres.com

(+351) 915 039 568


 

CÂNDIDA OU O PESSIMISMO

Uma comédia amarga

(seis personagens para uma actriz)

 

texto CUCHA CARVALHEIRO | encenação FERNANDA LAPA

62ª produção Escola de Mulheres

 

Cândida, uma actriz luso-angolana na decadência, foi contratada pela Irmandade InterGalactica para pesquisar sinais de vida inteligente no Universo. Ela tem o dom de sintonizar e emitir em directo para o espaço pedaços de vida de várias personagens. Cruzam-se em cena: a velha ama africana, que conta a história das origens da raça branca, o marido da actriz, um gay não assumido que quer ganhar dinheiro à custa da fome em Angola, a amiga, dona de casa que, à falta de stress, se stressa a correr das sevilhanas para o tai-chi e do tai-chi para as compras, a jornalista pseudo-feminista, que escreve textos políticos e é despedida pelo ex-marido, a mãe, muito velhinha e confusa, nascida em África, que conta mil histórias d´Aquém e d’Além Mar e a Maria Parda, personagem emblemática de Gil Vicente.

Em Cândida Ou O Pessimismo, a ficção, a memória e o humor confrontam-nos com um mundo contraditório e um futuro incerto.

autoria CUCHA CARVALHEIRO | encenação e espaço cénico FERNANDA LAPA | interpretação CUCHA CARVALHEIRO | assistente de encenação MARTA LAPA | desenho de luz PAULO SANTOS | fotografia MARGARIDA DIAS | grafismo e cartaz MANUELA JORGE | operação técnica PAULO SANTOS e RICARDO BRITO DINIZ | direção de produção e comunicação RUY MALHEIRO | estagiário PEDRO MONTEIRO

Classificação etária M/14

 

CÂNDIDA OU O PESSIMISMO

espaço Escola de Mulheres [Clube Estefânia]

de 6 a 30 de julho 2017

[5ª a domingo às 22h00]

 

Preços:
12€ Geral
8€ Maiores de 65 | Residentes Freguesia Arroios | Menores de 25
6€ Profissionais do espetáculo | Estudantes de Artes Performativas

6ª feira DIA DO ESPECTADOR preço único 6€
Bilhetes à venda na BOL e na Bilheteira Local nos dias de Espetáculo

Informações e reservas (3ª a dom. das 15h às 20h)
geral@escolademulheres.com

(+351) 915 039 568


A ESCOLA DE MULHERES apresenta em acolhimento

 
A
Escola de Mulheres, com a sua atividade sedeada no Clube Estefânia em Lisboa, para além da apresentação regular das suas próprias criações, apresenta, em regime de acolhimento, as criações de várias estruturas nacionais e não só, assim como eventos vários e ações de formação, entre outros. Desta forma a companhia cria laços de parceria artística com diversos criadores e companhias, proporcionando ao seu público uma programação regular e diversificada no seu espaço.

MANÚ ou  a ilusão do tempo

pela companhia colombiana

 Casa del Silencio

Um início, um final. Muitas perguntas e poucas certezas. Uma intuição. Manú, um soldado desgastado por anos de batalhas termina hoje a guerra. Um homem como ele, demasiado sensível para suportar os desastres dos combates, jamais nela devia ter participado. Muito cair e muito erguer. Ainda que bizarras, algumas recordações, aprendizagens e treinos, mas só um grande desejo: regressar a casa e reencontrar Magnolia, a mulher que o espera. De novo o início de um caminho, o do retorno, porém a distância parece intransponível e o que é pior, a sua memória não lhe dá o privilégio de se recordar dele. Um fragmento, uma estrada, um mapa, uma prenda do seu eterno amigo. Não há tempo a perder, erguer os olhos, orientar-se e avançar. O percurso, às vezes adverso, mergulha-o num mundo ilusório onde a verdade se confunde com a ficção. Seu passado é real ou imaginado? Parece já não estar preocupado com a definição das fronteiras. Tantos anos temendo-as, agora só quer continuar. Uma questão básica aflige-o, uma caixa de inúmeros recantos que contém todos os desejos, a água qual espelho dos seus medos, o vento despojando-o das suas recordações e só uma velha raposa que o acompanha, não são mais do que fantasias atravessadas no seu caminho. Às vezes quando parece dormir, sonha… Lembrança ou devaneio? Nada é certo. Avança, avança até compreender o mistério da sua viagem: toda uma vida que parece suspensa num imenso universo. O tempo passa, passou ou, afinal, foi só uma ilusão?

Casa del Silencio

Desde 1997 que a CASA DEL SILENCIO constrói o teatro físico e gestual colombiano. É um laboratório de investigação, criação e formação à volta do teatro físico. O seu objectivo principal é a difusão da técnica do mimo corporal dramático criada pelo mestre Étienne Decroux e alguns elementos de estilização desenvolvidos pelo mestre Marcel Marceau orientados para a construção do teatro físico como base formativa para o actor. Desde a sua fundação caracteriza-se por oferecer intercâmbios artísticos e académicos com personalidades internacionais que contribuíram para investigação e escrita de diversas possibilidades interpretativas, visiuais e dramatúrgicas que o corpo cénico permite decifrar para entrar numa nova teatralidade própria, silenciosa e corpórea. Paralelamente, desenvolve o laboratório permanente e itinerante de formação em teatro físico, “Le Geste”, espaço que com o tempo se constituiu como um viveiro importante da cena nacional colombiana. Nas suas principais criações destacam-se La Kermesse (1997); La Belleza y la Fealdad (2000); Woyzeck, um lamento no silencio (2005); Kokoro, melodrama bizarro para teatro físico e gestual (2013), entre outros.

 http://casadelsilencioysuteatrogestual.blogspot.pt/

direcção Juan Carlos Agudelo | dramaturgia Ángela Valderrama | composição gestual e visual Casa del Silencio | intérpretes criadores Crystian Solórzano, Rocío Rojas e Juan Carlos Agudelo | assistência de direcção Julián Peña, Rocío Rojas |  assistência técnica Crystian Solórzano | audiovisuais Leonardo Carreño | desenho de luz Julián Peña, Pierrik Malebranche | sonoplastia Julián Peña y Felipe Londoño |  composição musical Felipe Londoño | cenografia Taller de los Hermanos Castro | figurinos Jaqueline Rojas | assessoria em animação de objectos Pierrik Malebranche | fotografia Felipe Camacho e Lorena Sandoval | produção Susana Marques | classificação M/6

MANÚ ou a ilusão do tempo

espaço Escola de Mulheres [Clube Estefânia]

15, 16 e 17 junho 21h30


WORKSHOP DE VIEWPOINTS E SUZUKI

por NICOLAU ANTUNES

Um olhar introdutório sobre os Viewpoints enquanto treino de ator, prática de ensemble e também como pesquisa de material de criação.
Os Viewpoints são uma filosofia traduzida numa técnica de improvisação e criação que permite uma expansão da consciência da relação com o espaço e o tempo pelo performer/ator, permitindo-lhe que funcione ao mesmo tempo de forma intuitiva e espontânea mas também consciente e co-responsável pelo processo criativo a decorrer momento a momento. Criados na dança pós-moderna, os Viewpoints foram adaptados e desenvolvidos por Anne Bogart para o teatro, possibilitando uma exploração dos limites e fronteiras das artes cénicas contemporâneas.

Começaremos cada sessão com a Técnica Suzuki, complementar aos Viewpoints, levantando assim a energia “animal” do performer. Uma gramática de movimentos centrados na parte inferior do corpo e nos pés, inspirada na disciplina e rigor das artes marciais e na alta estilização física do teatro tradicional japonês. Os exercícios deliberadamente desafiam o equilíbrio e estabilidade do corpo para, desta forma, o actor aprender a permanecer constantemente centrado e enraizado, num estado de elevada consciência física, resgatando-o dos hábitos criados pelos movimentos quotidianos.

NICOLAU ANTUNES
Docente na Escola Profissional de Teatro de Cascais e na InImpetus Escola de Actores, leccionou também na Universidade de Évora e no ISPA-IU, entre outros. Tendo feito formação de Viewpoints e Suzuki com a SITI company, é membro da SEE (SITI Extended Ensemble).
Tem um Mestrado em Encenação pela Middlesex University, Londres e Estudos de Qualificação Avançada pela GITIS (Academia Russa de Arte Teatral).

WORKSHOP VIEWPOINTS E SUZUKI
por Nicolau Antunes

espaço ESCOLA DE MULHERES [clube Estefânia]
Rua Alexandre Braga 24 A – Lisboa

de 3 a 9 de Junho das 10h às 14h
[total 28h de formação]


PENDENÇA SEM MERCÊ DE QUERER BEBER SEM TER O QUÊ

Textos de Anrique da Mota & Gil Vicente

& também um poema popular transmontano que o Fausto musicou

PENDENÇA SEM MERCÊ DE QUERER BEBER SEM TER O QUÊ é um espetáculo teatral criado a partir da vontade de retomar a encenação do Pranto de Maria Parda, de Gil Vicente, estreada pelo Teatro Língua em 2009. Partindo desse trabalho como referência inicial para este projeto, interessou-nos agora criar um espetáculo que incluísse outros materiais textuais do universo literário quinhentista português e do cancioneiro popular. Assim, os temas do vinho e da sua carência deram o mote a uma montagem dramatúrgica que inclui a Lamentação do Clérigo, de Anrique da Mota, algumas trovas do mesmo autor, e um poema popular transmontano que Fausto Bordalo Dias também já trabalhou, transformando-o numa canção. Procurámos, neste espetáculo, uma linha de encenação assente no trabalho do ator, explorando linguagens cénicas inspiradas pelo teatro do gesto e pelo teatro de máscara, e tentando desse modo desdobrar em corpo e peripécia cénicos a base lírica e narrativa dos velhos poemas de que partimos.

encenação Miguel Sopas | assistência de encenação Alice Medeiros | apoio dramatúrgico Fernando Villas-Boas | apoio vocal Luís Moreira | cenografia Ana Limpinho | figurinos e caracterização Sílvia Lousada | adereços Stéphane Alberto | desenho de luz Alexandre Costa | sonoplastia Carlos Nascimento | produção executiva Inês Pereira | design gráfico Patrícia Maya | fotografia de cena Amândio Bastos

com Ana Teresa Santos, José Mateus, José Redondo, Luís Moreira, Pedro Filipe Mendes & Miguel Sopas (voz off)

Durante o espetáculo ouve-se uma canção de Fausto Bordalo Dias.

produção Teatro Língua – Associação Cultural
apoios Câmara Municipal de Lisboa – Polo Cultural Gaivotas | Boavista
acolhimento Escola de Mulheres

AGRADECIMENTOS
Alexandre Morais, Anaísa Raquel, Bruno Bravo, Diana Pereira, Escola de Mulheres – Oficina de Teatro, Espaço Zero, Fausto Bordalo Dias, Francisco Campos, Galegas 7, Gato que Ladra, João Chicó, Marta Raquel Fonseca, Miguel Loureiro, Nelson Guerreiro, Paula Fernandes, Pedro Domingos, Primeiros Sintomas, Projecto Ruínas, Rafaela Mapril, Ricardo Caiado, Rita Álvares Pereira, Rita Costumista, Rute Rocha, Susana Nunes, TEAR – Espaço das Artes, Teatro da Terra, Teatro Nacional D. Maria II, Tiago Casais, Valério Romão, Vitorino Coragem, Zé Bernardino.

Duração 60 minutos
Classificação etária M/12

espaço Escola de Mulheres [Clube Estefânia]
de 27 abril a 14 maio
[5ª,6ª e domingo às 21h30 – aos sábados não se realizarão sessões]


 POR NASCER UMA PUTA NÃO ACABA A PRIMAVERA

“Não há um velho que esqueça onde escondeu o seu tesouro” – Cícero, citado em “Memória das Minhas Putas Tristes”.
É a partir do tema central do romance de Gabriel García Márquez que abordamos a relação entre corpos novos e usados, as suas capacidades e vontades, bem como uma das coisas que nunca envelhece: a necessidade de amar e ser amado.
Três personagens que vivem por si só, três histórias independentes, interceptam-se e entram em conflito. De porta em porta, de luz em luz, de movimento em movimento, depreendemos que o tempo é escasso e que não vale a pena negar ou contrariar o sentimento omnipresente, o tal “amor”.

Criação Alexandre Tavares e Anouschka Freitas
Apoio à Dramaturgia e Direção de Actores Sylvie Rocha
Interpretação Alexandre Tavares, Anouschka Freitas e Diogo Tavares
Música e Sonoplastia Ângela Flores Baltazar
Apoio ao Figurino José António Tenente e Tiago Silva
Design Tiago Silva e Anouschka Freitas
Produção Executiva Ruy Malheiro
Fotografia Cénica Alípio Padilha
Vídeo Sofia Marques Ferreira
M/16

Espaço Escola de Mulheres (Clube Estefânia)
Rua Alexandre Braga, 24 A – Lisboa
de 16 A 19 de MARÇO
5ª a dom. 21h30


EM MEMÓRIA

OU A VIDA INTEIRA DENTRO DE MIM

Um monólogo às voltas com a memória e as memórias de que todos somos feitos Bem-vindos.
Não se sentem sem dizer boa noite, não virem costas sem se despedirem. A porta está aberta. A memória está de porta aberta, à espera de mim. Não me deixem aqui sem vir ao meu encontro. Não se desprendam sem saber que já chegaram. Aconcheguem-se. Olharmo-nos é a certeza de que em tudo existimos. Se não for nada disto, não regressem. O tempo deve estar na hora. Reconheço que temos que partir, foi para isso que viemos, é assim que aqui estamos. Bem-vindos até ao fim. Em memória é uma criação dos Gambozinos e Peobardos – Grupo de Teatro da Vela, em coprodução com o Trigo Limpo Teatro Acert. Esta junção artística nasce de uma ligação afetiva que começou nos espetáculos comunitários que a companhia de Tondela dirigiu no Teatro Municipal da Guarda entre 2006 e 2012. Da amizade nasceu a vontade de uma colaboração que se manifesta aqui através das palavras de Vergílio Ferreira. Em memória é um monólogo de Pompeu José com encenação de António Rebelo e Pedro Sousa.

Texto: Até ao Fim de Vergílio Ferreira
Dramaturgia e encenação: António Rebelo e Pedro Sousa
Interpretação: Pompeu José
Apoio à dramaturgia: João Neca
Cenografia: Zétavares
Desenho de luz: Paulo Neto
Figurinos: Adriana Ventura
12ª Criação dos Gambozinos e Peobardos – Grupo de Teatro da Vela em co-produção com o Trigo Limpo Teatro Acert

Espaço Escola de Mulheres (Clube Estefânia)
Rua Alexandre Braga, 24 A – Lisboa
de 3 a 5 de Março
6ª a dom. 21h30

 


CRIMINOSA_MENTE

Ficha Técnica e Artística
Textos originais e iluminação Marinel Matos
A partir de “Crimes Exemplares” de Max Aub Encenação e espaço cénico Ruben Saints
Elenco: Ângelo Ferreira, Elsa Maurício Childs, Ivo Meco, Isabel Moreira, Lurdes Garcia, Maria d’Oliveira
Video realização e m
ontagem Mariana Castro
Produção Coletivo a Tribo Amadores Dramáticos
Classificação etária M/16

Sobre o espetáculo: Relatos na primeira pessoa de homicídios cometidos. Um mergulho nas mentes desviantes que inevitavelmente levaram a uma série de crimes sangrentos. Humor negro.

Espaço Escola de Mulheres (Clube Estefânia)
Rua Alexandre Braga, 24 A – Lisboa
de 16 A 26 de FEVEREIRO
5ª a dom. 21h30


BILHETEIRA ESCOLA DE MULHERES

Preços:
12€ Geral
8€ Maiores de 65 | Residentes Freguesia Arroios | Menores de 25
6€ Profissionais do espetáculo | Estudantes de Artes Performativas

6ª feira DIA DO ESPECTADOR bilhete preço único 6€

Bilhetes à venda na BOL e na Bilheteira Local nos dias de espetáculo (abertura às 20h até ao início dos espetáculos)

Informações e reservas (3ª a domingo das 15h às 20h)
emulheres.oficina@gmail.com
(+351) 915 039 568

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