MARTA LAPA
Cofundadora, Codiretora Artística, Encenadora, Coreógrafa
Frequentou a Escola de Dança e a Escola Superior de Dança do Conservatório Nacional.
Desde 1991 tem assinado a coreografia de inúmeros espetáculos de Dança e Teatro. Na Escola de Mulheres, onde está desde a sua fundação em 1995, foi a responsável pelo movimento e coreografia de praticamente todas as criações da companhia e foi assistente de encenação de todas as criações de Fernanda Lapa. IMAGINA QUE DESCALCEI O SAPATO… a partir de Teresa Rita Lopes; DIZ-ME COMO A CHUVA, a partir de Tennessee Williams¸ COM O BEBÉ SOMOS SETE, de Paula Vogel; O OUTRO a partir d’ O Estranho Caso do Dr. Jekyll e Sr. Hyde, de Robert Louis Stevenson, coencenação de Ana Luena; S. EXAMINA A ALMOFADA, a partir do texto de John Patrick Shanley, cocriação com Candela Varas; e DO INDIZÍVEL, com Carlos Bica e Carla Galvão, são algumas das encenações com a sua assinatura. Coordenou entre 2012 e 2024 o ciclo de leituras encenadas DA VOZ HUMANA. Das cumplicidades criadas neste ciclo, Marta Lapa tem desafiado autores e autoras a escrever textos para serem levados à cena, deste modo, as suas mais recentes criações têm por base textos de autores deste ciclo, como AAC- ASSOCIAÇÃO AMIZADE NO CASAMENTO, de Nuno Moura (2017); CABARET MACABRO, de Valério Romão (2018); O BANHO DE TOMOKO, a partir de textos de Catarina Santiago Costa (2019); A LOUCURA É O MAIS CREDÍVEL ORÁCULO, de Cláudia R. Sampaio, estreado em Abril de 2021 e UM NÓ APERTADO, de Lígia Soares estreado em outubro de 2023.
Em 2020 assinou a Direção Artística de O PUNHO, de Bernardo Santareno, com versão cénica de Fernanda Lapa e estreia a 19 de novembro. Em 2021 encenou ainda o ESPETÁCULO ENTRE ELES DOIS, de Catherine Verlaguet. Em 2022 encenou o espetáculo NÃO ESTÁS AQUI POR ACASO que junta na cocriação e interpretação dois nomes incontornáveis do panorama cultural nacional e internacional, Leonor Keil (bailarina) e Carlos Bica (Contrabaixista).
Estreou em 2024 “ESTE CORPO JÁ NÃO ME SERVE”, com texto original de Ana Sampaio e Maia. E a sua mais recente criação é E SE A MÓNICA, estreado a 14 de outubro de 2026.
É cofundadora, sócia-gerente e codiretora artística da Escola de Mulheres.
RUY MALHEIRO
Sócio-Gerente, Codiretor Artístico, Diretor de Produção, Encenador, Ator
Mestre em Teatro, na vertente Artes Performativas e especialização em Interpretação pela Escola Superior de Teatro e Cinema.
Ruy Malheiro nasceu em 1972 e conta no seu percurso artístico com inúmeras participações em espetáculos de Teatro; Dança; Cafés-Teatro; assim como algumas participações em Séries Televisivas e Cinema.
Iniciou o seu percurso no CITAC, em Coimbra, em 1996 e foi ator residente d’A Escola na Noite (Coimbra) entre 1997 e 1999 e no Trigo Limpo Teatro ACERT (Tondela) entre 1999 e 2008.
Trabalhou em projetos artísticos com encenação de nomes como José Rui Martins, Pompeu José, António Augusto Barros, Pierre Voltz, Rogério de Carvalho, José Caldas, Fernanda Lapa, Carlos Pessoa, Marta Pazos, Marta Lapa, Francisco Camacho entre muitos outros.
É responsável pela cocriação e coordenação artística de projetos de Microteatro, como a Mostra de microteatro intitulada CURTAS DE TEATRO FORA DE PORTAS, apresentada em percurso artístico por edifícios emblemáticos em inúmeras localidades nacionais, desde 2016.
É diretor de produção e comunicação da Escola de Mulheres, desde setembro de 2014. Em julho de 2020, a convite de Fernanda Lapa e Marta Lapa, torna-se sócio-gerente e codiretor artístico da Escola de Mulheres.
Para a companhia encenou os espetáculos AQUI AINDA, UM LUGAR QUE SEJA DELAS, com texto original de Teresa Coutinho, estreado em 6 de outubro de 2022; ESPERANÇA DESMEDIDA, com texto original de Ilda Teixeira, estreado a 29 de outubro de 2025. Em 2023 assinou a coordeação artística do ciclo de leituras encenadas DA VOZ HUMANA, um projeto criado na companhia por Marta Lapa, que o coordenou entre 2012 e 2024.
HUGO NICHOLSON
Produtor Exucutivo
Concluiu o curso de Interpretação da Escola Profissional de Teatro de Cascais, em 2016. No ano seguinte, participou no curso anual de Técnica Meisner no John Frey Studio for Actors.
Profissionalmente estreou-se no teatro em 2016, com A TEMPESTADE de William Shakespeare no Teatro Experimental de Cascais, onde também participou em espetáculos como SPLENDID’S e PETER PAN, os três dirigidos por Carlos Avilez. Participa no espetáculo coproduzido pelo Teatro Meridional e Teatro São Luiz, HISTÓRIAS DE LX, em 2019.
Estreia-se internacionalmente no Wiener Fest Wochen, na Áustria com a criação de Mónica Calle, SÓ EU TENHO A CHAVA DESTA PARADA SELVAGEM.
Conta com algumas participações em televisão e cinema, a mais recente no filme AMADEO de Vicente Alves do Ó. Formou-se em cinema na escola CSArts, no Estoril e tem vindo a explorar uma vertente videográfica realizando diversos teasers de espetáculos como PREFERIA NÃO O FAZER ou RE:PLAY, para citar alguns.
A sua primeira colaboração com a Escola de Mulheres data de 2020 como intérprete no espetáculo O PUNHO. Posteriormente integrou o elenco de ENTRE ELES DOIS (2021) e participou em várias sessões do ciclo de leituras encenadas DA VOZ HUMANA.
MARIA EDUARDA CARREIRA
Estagiária de Produção
Atriz, bailarina e intérprete. Iniciou o seu percurso artístico através da música, da dança e do teatro, tendo desenvolvido formação em interpretação, criação e performance. A sua formação conta com a frequência do curso profissional ator/atriz, licenciatura em criação/interpretação pela Escola Superior de Dança, Mestrado em Cultura e Comunicação pela Faculdade de Letras de Lisboa, e outras formações complementares.
No teatro, integrou projetos como OS ANCIÃOS, no âmbito do Projeto PANOS, com apresentação no Teatro Nacional D. Maria II, BLACKOUT, com encenação de Pedro Pelarigo, O BAILARINO, de Bernardo Santareno, pelo Centro Dramático Bernardo Santareno, THE WOMAN WHO COOKED HER HUSBAND, de Debbie Isitt, MORRER DE AMOR AO PÉ DA TUA BOCA, de João Sassetti, A PRINCESA DA NEVE, pela Dream Stage Produções, CENAS DA VIDA CONJUGAL,de Ingmar Bergman, entre outras.
Desde de setembro de 2026 que se encontra em estágio na Escola de Mulheres.



